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SUELI GULIN CALABRESE COMENTA DESAFIO DO “NOVO NORMAL”

A empresária Sueli Gulin Calabrese que também é administradora e advogada participou, recentemente, de entrevista com a jornalista Raquel de Andrade, na revista digital Cla Magazine.


Foto: Assessoria

Oriunda de tradicional família curitibana (Grupo Gulin) ligada aos meios de transporte coletivo, Sueli atualmente é Diretora de Recursos Humanos e Jurídica na Auto Viação Redentor e Conselheira de Administração na empresa Expresso Princesa dos Campos. Durante a entrevista ela discorreu de sua trajetória de vida, que começou aos 15 anos de idade, passando por diversas outras atividades, como presidências de entidades de classe e mais tarde já com o foco de empreendedorismo, dirigiu várias empresas.

Sueli comentou sobre a participação da mulher no mercado de trabalho que: “ainda é menor do que a dos homens, bem como a remuneração obtida em funções iguais tem diferenças quando trata-se de uma mulher, porém este quadro, embora lento, está mudando”. Segundo recentes levantamentos, o empreendedorismo feminino vem se solidificando no Brasil. “Movidas pela necessidade, as mulheres participam cada vez mais de espaços antes ocupados apenas por homens. Em 2019, as mulheres foram responsáveis por 25% das empresas abertas”, comenta.

Sueli Gulin Calabrese, que é diretora de Recursos Humanos da Auto Viação Redentor, empresa com 1.600 colaboradores, uma das maiores empresas de mobilidade urbana em Curitiba, com 62 anos de fundação diz: “o Novo Normal na área Recursos Humanos é o grande desafio das empresas para o futuro, pois passam por um extenso processo de modificação e adaptação à realidade que coloca o distanciamento social como medida de segurança. Daí que o departamento de Recursos Humanos começou a conviver com desafios que envolvem a adaptabilidade destas pessoas, a comunicação interna, e a insegurança dos profissionais sobre o futuro”. E enfatiza: “com esse novo quadro precisamos nos reinventar, apostando em novas estruturas e modelos, a fim de garantirmos o mínimo de estabilidade dentro de tantas inseguranças. O cenário criou novas tendências, e o chamado “novo normal” é uma aposta para o pós-pandemia”. Mais adiante ela comenta: “em nossa atividade, o transporte de pessoas, temos muitas diferenças de outros segmentos que estão utilizando-se do home office com a maioria dos seus colaboradores. Nossa atividade é um serviço essencial e exige a presença física e diária da maioria de nossos colaboradores. Daí que o capital humano é a essência nesta nova realidade e a pandemia, com certeza, trouxe um aprendizado em várias ações dentro das empresas, e ao mesmo tempo um olhar mais humano ao colaborador, como é o nosso caso”.




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